Atendemos todas as vacinas do Calendário Vacinal repassando aos nossos clientes somente imunobiológicos de laboratórios responsáveis e de grande reconhecimento na área da saúde.
A vacina antipneumocócica 13-valente (VPC13), que é conjugada à proteína, extremamente moderna, pode ser utilizada em crianças a partir dos 2 meses de idade (com número variável de doses conforme a idade em que é feita), proporcionando proteção duradoura contra as infecções causadas pelo pneumococo. Também é recomendada para pacientes portadores de diabetes, imunodeficiências, cardiopatias, nefropatias, pneumopatias, e para pessoas saudáveis a partir dos 50 anos de idade.
O Streptococus pneumoniae (pneumococo) é o principal agente etiológico de pneumonias, podendo também causar bacteremias, meningites, otites e sinusites em crianças e adultos, atingindo mais gravemente crianças abaixo de 2 anos de idade, pessoas com doenças crônicas (citadas acima) e os idosos.
A vacina antipneumocócia 23 valente (VPP23) é eficiente para vacinação de crianças acima de 2 anos de idade e adultos, para proteção contra infecções causadas pelo pneumococo, porém não fornece proteção tão duradoura, exigindo reforços conforme orientação médica.
O Streptococus pneumoniae (pneumococo) é o principal agente etiológico de pneumonias, podendo também causar bacteremias, meningites, otites e sinusites em crianças e adultos, atingindo mais gravemente crianças abaixo de 2 anos de idade, pessoas com doenças crônicas (citadas acima) e os idosos.
Esta vacina deve ser aplicada nas primeiras semanas de vida, desde que o recém-nascido já tenha no mínimo 2 kg de peso. Confere proteção contra formas graves de tuberculose e contra a meningite tuberculosa. É convencionada a aplicação em braço direito e deve provocar o aparecimento de cicatriz vacinal. Se em seis meses não houver nenhuma marca no local da aplicação, atualmente recomenda-se a revacinação sem necessidade de teste prévio (PPD).
A vacina dupla bacteriana tipo adulto (dT) protege contra o tétano e a difteria. Pode ser utilizada em adolescentes e adultos em esquemas primários de vacinação (em 3 doses), sendo que uma dessas doses deve ser feita com a vacina tríplice bacteriana acelular adulto.
Para os reforços (a cada 10 anos) deve-se, preferencialmente, utilizar a vacina tríplice bacteriana acelular adulto (que contém o componente da coqueluche a mais) ao invés da vacina dupla tipo adulto.
A difteria é uma doença bacteriana grave que provoca infecção na garganta e pode atingir o coração e o Sistema Nervoso Central. O tétano é uma doença bacteriana que ocasiona quadro grave de contrações musculares que podem levar ao óbito. No entanto é uma doença rara, graças à vacinação.
A vacina contra gripe (influenza) pode ser feita a partir dos 6 meses de idade (vacina pediátrica) e todo ano tem sua composição atualizada pela Organização Mundial de Saúde. É uma vacina de vírus inativado e fragmentado, incapaz de causar a doença. A eficácia desta vacina vem aumentando, com a vacina específica para o Hemisfério Sul, sendo cada vez mais prescrita pelos médicos. A partir de 2015, temos disponível as vacinas trivalente (composta por um vírus A – H1N1, outro vírus A – H3N2 e um vírus B) e a vacina tetravalente (composta por um vírus B a mais que a trivalente), que tende a ser mais eficiente.
Numa primeira vacinação, crianças de 6 meses a 2 anos e 11 meses devem receber duas doses da vacina de 0,25ml com intervalo de um mês; e crianças de 3 a 8 anos e 11 meses devem receber duas doses da vacina de 0,5ml com intervalo de um mês. Se já tiverem recebido em algum ano as 2 doses, fazem apenas uma dose da vacina nos anos posteriores (independente do tipo de vacina recebida anteriormente). Para crianças acima de 9 anos de idade e adultos é necessária uma única dose de 0,5ml da vacina anualmente.
A gripe é causada pelo vírus influenza, é altamente contagiosa, tem início súbito e provoca febre elevada, dores musculares, fraqueza e indisposição, cefaléia, coriza abundante, tosse e dor de garganta e, conseqüentemente a falta à escola ou ao trabalho. Existem vários outros vírus que causam diversas infecções respiratórias, entre eles o resfriado, para o qual não existe vacina.
Esta vacina é feita aos 2, 4, 6 meses e um primeiro reforço aos 15 meses de idade (combinada com as demais vacinas), conforme recomendação médica.
Protege, entre outras infecções, contra um tipo grave de meningite que atinge principalmente menores de 5 anos de idade.
A vacina contra hepatite A é feita a partir de 1 ano de idade, em 2 doses (com o intervalo de 6 meses) e, para quem ainda não é vacinado contra a hepatite B, pode ser usada a vacina combinada (hepatite A+B), em 3 doses.
A infecção pelo vírus da hepatite A é a mais freqüente no Brasil, ocorrendo em crianças e adultos jovens. É doença altamente contagiosa e relacionada com hábitos de higiene, podendo ser adquirida através da água e alimentos contaminados. Os sintomas são febre, náuseas, vômitos, fadiga e recusa alimentar. A seguir, na maior parte dos casos, ocorre a icterícia (amarelão).
É doença benigna mas podem ocorrer complicações. Hoje já se sabe que 60% dos casos de necrose maciça do fígado são devidas a este tipo de hepatite.
O esquema vacinal consiste em três doses no intervalo de 0 – 1 e 6 meses (para adultos também). Este esquema pode ser modificado se houver risco imediato de infecção (0 – 1 e 2 meses com reforço após 12 meses).
A Hepatite B é uma doença altamente contagiosa, causada por vírus que pode provocar sérios danos ao fígado. Ainda é a maior causa de cirrose e câncer de fígado. A primeira dose da vacina deve ser feita nas primeiras 12 (doze) horas de vida para evitar que o vírus possa ser transmitido ao recém-nascido, no caso de mãe portadora. Comunicantes de portadores de vírus de Hepatite B devem ser vacinados o quanto antes.
A Organização Mundial da Saúde recomenda a vacinação universal, independente da idade, dada à gravidade da doença. Profissionais de saúde devem receber um reforço desta vacina a cada 5 anos. Já existe a vacina combinada contra Hepatite A e B.
Numa única aplicação é possível combinar 06 (seis) vacinas. A vacina Tríplice Acelular (Difteria, Tétano e Coqueluche – com menor reação pós-vacinal), a vacina contra Hemófilo B, a vacina SALK (Pólio composta por vírus inativado, que não pode desencadear a poliomielite) e também a vacina contra Hepatite B.
É muito mais segura e cômoda, pois diminui o número de aplicações nos períodos em que essas vacinas são indicadas. Geralmente é feita aos 2 e 6 meses de idade, mas em alguns casos pode ser feita aos 2, 4 e 6 meses de idade.
Atualmente há duas vacinas para prevenção do HPV, uma bivalente e outra quadrivalente.
A vacina bivalente previne contra os tipos 16 e 18 (presente em 70% dos casos), servindo para a prevenção de alguns tipos de cânceres (veja dados abaixo). Pode ser usada somente por mulheres a partir dos 9 anos de idade.
A vacina quadrivalente previne contra os tipos 6, 11, 16 e 18, servindo para a prevenção de verrugas genitais e para a prevenção dos cânceres (citados abaixo). Pode ser usada por mulheres de 9 a 45 anos de idade e por homens de 9 a 26 anos.
A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja administrada o mais precocemente possível, na fase que antecede o início das relações sexuais, anterior ao contato com o vírus, e quando obtém-se a maior formação de defesa em resposta à vacina. O esquema de vacinação ideal consiste de 3 doses para ambas as vacinas.
Dados:
A infecção pelo HPV (Papiloma Vírus Humano) é considerada atualmente a doença sexualmente transmissível (DST) mais comum. Entre as patologias humanas causadas pelo HPV que acometem a região genital, as mais frequentes são a verruga genital e o câncer de colo de útero, assim como suas lesões precurssoras. Sabe-se que os HPVs também estão associados a outros tipos de câncer, entre eles: vulva, vagina, pênis, ânus, orofaringe e laringe. Existem mais de 200 subtipos diferentes de HPV, sendo que somente os subtipos de alto risco estão relacionados a tumores malignos. Dentre eles destacam-se os tipos 16, 18, 31, 33, 45 e 58, geralmente associados a lesões pré-cancerígenas. Já os tipos 6 e 11, estão associados a 90% dos casos de verrugas genitais. A verruga genital é uma DST extremamente frequente e o número de casos tem crescido muito. O câncer do colo do útero é o segundo tipo de neoplasia mais frequente na população feminina.
São causadas pela bactéria Neisseria meningitidis que infectam crianças e adultos (sendo mais comum em crianças menores de 5 anos e em adolescentes). A transmissão ocorre por via respiratória, através do contato direto ou pela inalação de gotículas de secreção eliminadas pela tosse e espirro da pessoa infectada.
A doença normalmente deixa seqüelas graves ou é mortal. Atualmente já existe a vacina Meningite Meningocócica tipo C (conjugada à proteína) que pode ser utilizada em criança a partir dos 3 meses de idade (com número variável de doses conforme a idade em que é feita) e proporciona proteção mais duradoura. Essa vacina é utilizada a partir de 3 meses de idade em bebês, podendo ser utilizada também em crianças maiores, adolescentes e adultos.
A vacina contra Meningite C pode ser feita a partir dos três meses de idade, sendo utilizada o esquema de duas doses, com intervalo de 2 mês entre elas, mais um reforço aos 15 a 18 meses de idade. A partir de 1 ano de idade é necessário apenas uma dose dessa vacina, mas o risco é maior em bebês.
Numa única aplicação é possível combinar a vacina Tríplice Acelular (Difteria, Tétano e Coqueluche – com menor reação colateral), a vacina contra Hemófilo B e também a vacina SALK (Pólio injetável composta por vírus inativados, que não pode desencadear a poliomielite). Essa é a vacina utilizada atualmente nos Estados Unidos (American Academy of Pediatrics), sendo muito mais segura que a Pólio Oral (Sabin), composta por vírus vivos atenuados. Essa vacina é feita aos 2, 4 , 6 e 15 meses.
Esta vacina deve ser feita aos 2, 4, 6 meses, seguido de um primeiro reforço entre 15 e 18 meses e um segundo reforço entre 4 e 6 anos de idade. Protege contra poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. A doença é causada por polivírus e provoca a paralisia dos músculos, principalmente dos músculos utilizados para andar.
Existem 2 tipos dessa vacina: a vacina oral, SABIN (de polivírus atenuados) e a vacina injetável, SALK (de polivírus inativados), que pode ser combinada numa mesma aplicação com as vacinas realizadas na mesma época (Tríplice ou tríplice acelular e hemófilo B), sendo a vacina utilizada atualmente nos Estados Unidos (American Academy of Pediatrics) e em outros paises do 1º mundo.
Doença diarréica aguda que atinge principalmente crianças abaixo de três anos de idade. Cursa com febre, vômitos e diarréia, leve ou grave, com duração de 3 a 9 dias, tornando muito comum a desidratação.A vacina é oral e deve ser aplicada em duas doses.
A primeira dose entre 2 e 3 meses de idade e a segunda dose entre 4 e 5 meses de idade, com intervalo mínimo de um mês entre elas.A vacina não está liberada para uso em faixa etária diferente da descrita acima.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa caracterizada por febre alta, exantema e ainda um ou mais dos seguintes sintomas: coriza, conjuntivite, tosse. Pode haver complicações como otite, pneumonia e encefalite. A caxumba é caracterizada pelo aumento das glândulas salivares principalmente das parótidas. Pode causar meningite, orquite e mais raramente pancreatite, encefalite, surdez entre outras.
A rubéola é doença exantemática iniciada por febre baixa, mal-estar, dor de garganta e dores oculares em adolescentes e adultos. É comum o surgimento de adenomegalia. O exantema (vermelhão) inicia na face e espalha-se rapidamente por todo o corpo em 24 horas.
A infecção congênita do vírus da rubéola manifesta seus efeitos mais desastrosos podendo acarretar aborto espontâneo, natimortalidade e malformações múltiplas. Daí a importância do reforço da vacina em adolescentes ou mulheres em idade fértil. Esta vacina é feita aos 12 meses de idade e deve ser feito um reforço em idade escolar (4 a 10 anos). Protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
Esta vacina é feita aos 2, 4, 6 meses, seguido de um reforço entre 15 e 18 meses e um segundo reforço entre 4 e 6 anos de idade. Protege contra difteria, o tétano e a coqueluche. A difteria é uma doença bacteriana grave que provoca infecção na garganta e pode atingir o coração e o Sistema Nervoso Central.
O tétano é uma doença bacteriana rara, graças à vacinação. Ocasiona quadro grave de contrações musculares que podem levar ao óbito. A coqueluche é altamente contagiosa e responsável por grande mortalidade em lactentes. Causa infecção do trato respiratório e caracteriza-se por acessos de tosse de grande intensidade.
Atualmente já existe a vacina Tríplice ACELULAR, que confere a mesma proteção dada pela vacina tríplice comum (existente nos Postos de Saúde), mas que reduz sensivelmente os seus indesejáveis efeitos colaterais (febre alta e bastante dor no local da aplicação).
A vacina tríplice bacteriana acelular adulto (dTpa) é recomendada para vacinação de reforço contra difteria, tétano e coqueluche em pessoas acima de 10 anos de idade.
Deve ser aplicada uma dose a cada dez anos, não sendo necessário recomeçar a vacinação primária, caso o intervalo de reforço tenha sido maior do que dez anos. Atualmente é recomendada, para mulheres a partir do 3º trimestre, uma dose a cada gestação, para obter a maior passagem de defesas da mãe para o bebê via placenta. Confira o calendário vacinal adulto.
É uma doença caracterizada pelo aparecimento de lesões vesiculares que evoluem em pouco tempo para crostas, podendo haver contaminação dessas lesões. A febre geralmente é baixa, porém não são raras as complicações pulmonares, encefálicas e miocárdias. A vacina pode ser feita a partir de um ano de idade em uma única dose, seguido de um reforço entre 4 a 6 anos.
No adolescente e adulto a doença costuma ser mais complicada e ocorrendo durante a gravidez há risco de malformações fetais. A proteção contra a doença pode ser feita com duas doses da vacina. Para os não vacinados, a vacina pode reduzir a gravidade da doença mesmo sendo aplicada até 3 dias após o contato.
O Herpes Zoster, popularmente conhecido como cobreiro, é causado pelo mesmo vírus da varicela (catapora). Após ter tido a varicela, o que normalmente ocorre na infância, o vírus permanece adormecido no sistema nervoso ao longo da medula espinhal do indivíduo. Quando há queda da imunidade (muito comum a partir dos 50 anos), pode ocorrer a reativação do vírus e o desenvolvimento de herpes zoster. Até 2 semanas antes do aparecimento das bolhas na pele, podem ocorrer outros sintomas como mal estar, dor localizada em um dos lados do corpo, ardência e perda da sensibilidade. Uma área vermelha bem delimitada, com pequenas bolhas, surge então no local da dor, principalmente no tórax, abdome e rosto (perto dos olhos), e permanece por 7 a 10 dias. Após, as bolhas rompem-se, fundem-se, secam e formam crostas. Esse quadro completo dura em torno de 1 mês. O principal sintoma em adultos é a dor intensa, que pode permanecer mesmo após a cura das lesões de pele. É chamada neurlagia pós-herpética. Na maioria das vezes, essa neuralgia se resolve após 3 meses, mas em alguns casos pode persistir por anos. Essa dor pode perturbar o sono, o humor, o trabalho e as atividades cotidianas, diminuindo a qualidade de vidae levando ao isolamento social e, por vezes, à depressão.
O herpes zoster na região dos olhos costuma ter complicações frequentes, e pode afetar permanentemente a visão. Para o tratamento do episódio agudo são usados medicamentos anti-virais, na tentativa de diminuir o nível de gravidade e as complicações; analgésicos para reduzir a dor e outros medicamentos para reduzir o processo inflamatório. Atualmente já existe uma vacina, que pode ser usada a partir dos 50 anos, podendo evitar a doença ou reduzir as suas manifestações, principalmente no que se refere à neuralgia pós-herpética. Essa vacina não pode ser usada por pacientes imunocomprometidos.
Pessoas que tiveram a varicela devem receber a vacina antes de apresentar um episódio de herpes zoster. No entanto, mesmo quem já teve a doença, pode ser beneficiado em alguns aspectos, pela vacina. Nesses casos, deve haver um intervalo de 6 meses a 1 ano entre o último episódio de doença e a realização da vacina.
A vacina contra a Febre Amarela (FA) pode ser realizada a partir dos 9 meses de idade, no caso do paciente morar ou viajar para as áreas consideradas de risco. Adultos a partir de 60 anos de idade, devem ter sua situação médica muito bem avaliada para o risco/benefício da vacina.
A febre amarela é doença infecciosa, febril, aguda e grave, para a qual não há ainda tratamento específico. Tem caráter endêmico e sujeita a surtos e epidemias preveníveis pela vacinação. O vírus da FA é transmitido pela picado do mosquito.
O meningococo (Neisseria meningitidis) está entre os patógenos que causam a meningite bacteriana. Esse tipo de meningite causa pânico entre a população, principalmente pela sua evolução muito rápida e, em algumas situações, por sua gravidade e letalidade, assim como seu potencial caráter epidêmico.
A vacina combinada confere proteção contra a meningite C e também contra outros 3 tipos: A, W e Y, sendo mais completa e ideal para ser usada nos reforços contra a doença meningocócica já a partir de um ano de idade.
Com previsão de lançamento para junho de 2016, essa vacina irá proteger contra 3 tipos de vírus da dengue, doença que tem acontecido em cada vez mais Estados brasileiros. A vacina poderá ser usada a partir de 9 anos aos 45 anos de idade (faixa etária na qual a mesma foi estudada).